O futebol é silenciado
O Decreto-Lei 3.199 restringe às mulheres esportes considerados incompatíveis com sua ‘natureza’.
@pioneirasdofutebolbr ↗Memória • Resistência • Mercado • Futuro
Agora, às vésperas da Copa do Mundo Feminina de 2027, o país precisa conhecer quem sustentou essa história — e transformar reconhecimento em oportunidade permanente.

Este não é um site sobre nostalgia.
Uma história que tentaram apagar
O futebol de mulheres no Brasil atravessou décadas de restrição, improviso e invisibilidade. Cada conquista tem raízes em quem permaneceu em campo.
O Decreto-Lei 3.199 restringe às mulheres esportes considerados incompatíveis com sua ‘natureza’.
Após 38 anos, a restrição é revogada. A regulamentação da modalidade viria em 1983.
Na China, o Brasil conquista o bronze no torneio experimental da FIFA — cinco jogos, coragem e pioneirismo.
Na China, Elane marca o primeiro gol brasileiro em Copas, na vitória por 1 a 0 sobre o Japão.
Sissi, Pretinha, Kátia Cilene, Formiga e companhia levam o Brasil ao 3º lugar nos Estados Unidos.
Vice-campeã mundial, a Seleção encanta o planeta com Marta, Formiga, Cristiane e uma geração histórica.
A primeira Copa do Mundo Feminina na América do Sul transforma memória em palco, mercado e legado.

1988 • China
Sem amistosos preparatórios e com estrutura mínima, as brasileiras venceram a Noruega, fizeram 9 a 0 na Tailândia e conquistaram o 3º lugar nos pênaltis contra a China. Lica, Marisa, Elane, Fanta, Lúcia, Pelezinha, Sissi, Marcinha, Michael Jackson, Cebola, Roseli e tantas outras abriram a primeira grande página internacional.
Quatro décadas a serviço da modalidade
Quando o futebol feminino brasileiro ainda lutava para simplesmente sobreviver, Romeu Carvalho de Castro escolheu trabalhar para que as mulheres tivessem equipe, calendário, competição e Seleção. Sua trajetória atravessa o nascimento da modalidade regulamentada, a geração do Radar, a força do Saad e a construção das estruturas nacionais e sul-americanas.
“O coração está feliz por ver ações que resgatam a história das pioneiras.”Romeu de Castro, em entrevista à Federação Paulista de Futebol, 2026
Reportagem especial • Federação Paulista de Futebol
Na entrevista publicada por Letícia Denadai em 24 de julho de 2026, Romeu relembra que o trabalho começou quando o futebol praticado por mulheres acabava de recuperar sua legalidade. Naquele momento, antes de pensar em grandes eventos, a prioridade era garantir a sobrevivência de cada grupo e impedir que novas portas fossem fechadas.
Memória audiovisual
Um registro para ouvir a trajetória, as lembranças e a visão de quem acompanha o futebol feminino brasileiro desde o início da década de 1980. A história oral completa os documentos e devolve voz a quem participou diretamente da construção da modalidade.
Assistir diretamente no YouTube ↗Prêmios, homenagens e criações
Ao longo da carreira, Romeu também recebeu homenagens institucionais e participou da criação de símbolos que preservam a memória do futebol brasileiro. As informações de autoria abaixo integram o material de divulgação fornecido por ele.
Reconhecimento recebido da Federação Italiana de Futebol durante um período em que a modalidade brasileira ampliava suas relações e experiências internacionais.
Distinção que reconhece uma trajetória dedicada à organização, à defesa e ao desenvolvimento do futebol feminino brasileiro.
Romeu declara ter criado e desenvolvido o leiaute da medalha alusiva ao centenário da Confederação Brasileira de Futebol.
Também segundo seu material de carreira, Romeu desenvolveu e criou o selo dos Correios comemorativo dos 100 anos da CBF, unindo futebol, design e memória institucional.
Uma carreira construída não apenas na gestão das equipes e competições, mas também na criação de símbolos capazes de registrar a história.Informações fornecidas por Romeu Carvalho de Castro
Acompanhando a tia Mara nos treinos de futsal, percebeu que quase ninguém queria ajudar a equipe. Procurou os organizadores, conseguiu inscrever o Guarani e, ainda adolescente, assumiu a direção do futebol feminino do clube.
Com Mara Villas Bôas, levou o projeto ao Saad. O clube se tornou referência nacional, formou centenas de atletas, abriu caminhos para talentos de diferentes estados e dominou competições sobretudo nas décadas de 1980 e 1990.
Viveu de perto a era em que o Radar formou a base da primeira Seleção e participou da organização de torneios e das Copas de 1991 e 1995. Na preparação para Atlanta 1996, conduziu um projeto com amistosos e período de treinamento nos Estados Unidos.
Atuou na estruturação de torneios, no Ministério do Esporte, em federação estadual e como supervisor das competições femininas da CBF, defendendo calendário nacional, divisões de acesso e competições de base.
Segue ligado ao futebol como gestor e organizador: é oficial de partidas da CONMEBOL, comissário de partidas da FIFA e sócio da Praxis Sports. Sua experiência conecta a memória das pioneiras aos padrões atuais de grandes competições.

Uma geração em comum
Romeu não foi dirigente do Radar: sua história começou no Guarani e se consolidou no Saad. Mas seu trabalho pertence à mesma geração de resistência. Radar, Saad e outras equipes mantiveram o futebol feminino vivo, abasteceram a Seleção e provaram que existia talento mesmo quando faltavam apoio, visibilidade e mercado.
Décadas depois, ele vê a Copa de 2027 no Brasil como a realização de um sonho coletivo iniciado por atletas e dirigentes que acreditaram antes de quase todos.
O clube que transformou oportunidade em permanência
Quando o Guarani encerrou sua equipe feminina, Romeu de Castro e Mara Villas Bôas procuraram o presidente Felício José Saad. O clube abriu as portas e criou, em 1985, uma subsede em Campinas. Nascia um dos projetos mais importantes do futebol feminino brasileiro.
O Saad recrutou atletas em todo o país, ofereceu formação, experiência internacional e uma rota real até a Seleção. Nomes como Sissi, Kátia Cilene, Adriana Bebeto, Formiga, Maravilha, Márcia Taffarel e Debinha fazem parte de diferentes momentos dessa história. Mais do que troféus, o clube criou continuidade quando a modalidade vivia de interrupções.
Conheça a história do Saad ↗Quem abriu o caminho
Uma seleção de nomes para iniciar uma memória que é muito maior. O portal nasce para crescer com novos perfis, depoimentos, imagens e documentos.
Habilidade, gols decisivos e protagonismo na geração que apresentou o Brasil ao mundo.
Camisa 10 histórica, artilheira da Copa de 1999 e símbolo da criatividade brasileira.
Potência e longevidade: pioneira em Copas, Olimpíadas e grandes clubes internacionais.
Base defensiva de três ciclos de Copa e referência das primeiras formações da Seleção.
Talento, resistência e uma trajetória que representa tantas atletas afastadas pela falta de estrutura.
Duas Copas do Mundo, técnica refinada e uma vida dedicada ao futebol dentro e fora de campo.
Sete Copas do Mundo e sete Olimpíadas: a ponte viva entre as pioneiras e o futebol global.
Craque, comunicadora e referência que ampliou a presença pública do futebol feminino.

“Valorizar as pioneiras é fortalecer o presente e permitir que a próxima geração encontre portas abertas.”Um movimento de memória, mercado e legado



Da primeira Seleção ao ciclo de 2027
Um acervo pesquisável de trajetórias documentadas desde 1988. Busque por nome, posição, geração ou conquista e conheça quem construiu a história dentro de campo.
125 trajetórias em ordem temporal • da estreia mais antiga à geração atual
Marcou o primeiro gol do Brasil em uma Copa do Mundo oficial, na vitória sobre o Japão em 1991.
Base defensiva do Brasil em 1988 e nas Copas de 1991, 1995 e 1999; símbolo de longevidade e resistência.
Representou o Brasil no torneio pioneiro de 1988 e no início do ciclo da primeira Copa oficial.
Titular no torneio experimental de 1988; ajudou o Brasil a conquistar o bronze que marcou o nascimento internacional da Seleção.
Participou da campanha de bronze de 1988 e marcou na goleada sobre a Tailândia.
Artilheira brasileira do torneio de 1988, com cinco gols, e escolhida entre os destaques da competição na China.
Disputou o torneio pioneiro de 1988 e a Copa de 1991, ajudando a estruturar a primeira geração oficial.
Pilar das primeiras gerações; disputou o torneio de 1988 e as Copas de 1991 e 1999.
Pioneira da Seleção, participou do bronze de 1988 e das primeiras Copas, com carreira marcante dentro e fora do país.
Titular no torneio de 1988 e na primeira Copa oficial, representando a habilidade das pioneiras do Radar.

Protagonista em 1988, 1991 e 1995; marcou contra a Suécia e levou o talento brasileiro ao futebol internacional.
Esteve nas primeiras convocações e fez parte da construção competitiva da Seleção nos anos iniciais.
Participou da campanha de bronze de 1988 e converteu uma das cobranças na decisão por pênaltis contra a China.
Defendeu o Brasil na campanha pioneira de 1988 e esteve no jogo do bronze diante da China.

Camisa 10 histórica e artilheira da Copa de 1999; reconhecida mundialmente por visão, técnica e cobranças de falta.
Talento de uma geração marcada por preconceito e oportunidades interrompidas; representa a sucessão invisível do futebol feminino.
Atacante da primeira Copa oficial e integrante da geração que manteve viva a Seleção no início dos anos 1990.
Disputou as Copas de 1991 e 1995 e construiu trajetória dedicada ao futebol dentro e fora de campo.
Defendeu o Brasil na Copa de 1991 e fez parte do primeiro elenco mundialista oficial.
Integrante da primeira Copa do Mundo oficial, na China, em 1991.
Convocada para a Copa do Mundo de 1991, fez parte do grupo pioneiro que representou o Brasil no primeiro Mundial oficial.
Defendeu o Brasil no elenco mundialista de 1991, em uma época de calendário escasso e pouca estrutura para a modalidade.
Participou dos primeiros ciclos de Copa e da preparação para Atlanta 1996.
Integrante do primeiro elenco brasileiro em uma Copa do Mundo oficial, na China, em 1991; pertence à geração que transformou resistência em Seleção.
Goleira das primeiras Copas oficiais, em 1991 e 1995, e uma das grandes referências da posição na geração pioneira.
Participou da primeira geração mundialista e do ciclo da Copa de 1995.

Quatro Copas, quatro Olimpíadas e gols históricos; uma das trajetórias mais longas e internacionais do Brasil.
Titular na primeira Copa do Mundo feminina oficial, realizada na China em 1991.
Esteve entre as 18 brasileiras levadas à primeira Copa do Mundo feminina oficial, disputada na China.
Disputou as Copas de 1991 e 1995, período em que a Seleção ainda lutava por calendário e estrutura.
Fez parte das convocações que ligaram os ciclos das Copas de 1991 e 1995.
Artilheira e referência de sua geração; sua trajetória simboliza o talento que resistiu à falta de estrutura e visibilidade.
Disputou a Copa de 1995 e participou da geração que preparou a estreia olímpica do Brasil.
Integrou a renovação da meta brasileira na segunda metade dos anos 1990 e participou de jogos preparatórios e competições internacionais.
Compôs o grupo brasileiro da Copa do Mundo de 1995, na Suécia, durante a retomada internacional da Seleção.

Recordista com sete Copas e sete Olimpíadas; elo vivo entre as pioneiras e a profissionalização contemporânea.
Artilheira de grande longevidade, bronze em 1999 e integrante de ciclos olímpicos e mundiais.
Disputou a Copa de 1995 e integrou o ciclo da estreia olímpica do futebol feminino.
Integrou o elenco do Brasil na Copa de 1995 e a geração que antecedeu a estreia olímpica em Atlanta.
Defendeu o Brasil na Copa de 1995, integrando um período de reconstrução da Seleção.
Presença em quatro Copas e três Olimpíadas; vice-campeã mundial em 2007 e medalhista olímpica.
Representou a Seleção na Copa do Mundo de 1995, etapa decisiva da reconstrução do futebol feminino brasileiro.
Zagueira de alto aproveitamento com a camisa do Brasil, integrou o ciclo internacional após Atlanta 1996.
Disputou Copas, Olimpíadas e integrou a transição para a geração de Marta, Cristiane e Formiga.
Assumiu a meta brasileira na Copa de 1999, quando o Brasil conquistou o histórico terceiro lugar.
Titular na campanha do bronze mundial de 1999 e autora de gol nas quartas de final contra a Nigéria.
Marcou dois gols nas quartas de final da Copa de 1999 e foi peça decisiva na campanha do bronze.
Disputou quatro Copas, foi vice-campeã mundial em 2007 e medalhista olímpica.
Participou da campanha histórica de 1999 e da consolidação internacional da Seleção.
Titular na Copa de 1999, ajudou o Brasil a alcançar seu primeiro pódio em um Mundial oficial.
Titular em três Copas, vice-campeã mundial em 2007 e medalhista de prata olímpica.

Disputou quatro Copas e quatro Olimpíadas, com medalhas de prata em Atenas 2004 e Pequim 2008.
Participou de três Copas e de ciclos olímpicos, reconhecida pela versatilidade e pela carreira internacional.
Defendeu a Seleção em ciclos de Copa e Olimpíada e foi campeã continental e mundial por clubes.
Destaque técnico do vice mundial de 2007 e medalhista olímpica, com carreira em clubes dos Estados Unidos e Europa.

Seis vezes melhor do mundo, recordista de gols em Copas e medalhista olímpica; maior símbolo global do futebol brasileiro.

Maior artilheira do futebol olímpico, vice mundial em 2007 e dona de uma das carreiras mais goleadoras da Seleção.
Titular na campanha do vice mundial de 2007 e integrante de uma das defesas mais marcantes da Seleção.
Integrou a Seleção na Copa do Mundo de 2003, edição que apresentou Marta e Cristiane ao cenário mundial.
Participou da Copa de 2003 e do ciclo que conduziu o Brasil às primeiras medalhas olímpicas e à consolidação entre as potências mundiais.
Zagueira do elenco brasileiro na Copa do Mundo de 2003, nos Estados Unidos.

Disputou a Copa do Mundo de 2003 e levou sua técnica e projeção internacional a clubes do Brasil, Itália e Espanha, tornando-se também voz ativa pela modalidade.
Integrou o início do ciclo de Marta e Cristiane e participou da Copa de 2003.
Participou da Copa de 2003 e da transição geracional do início do século.
Vice-campeã mundial em 2007 e medalhista olímpica, com trajetória em clubes do Brasil e do exterior.
Convocada para a Copa de 2003 e integrante da transição para uma das gerações mais vitoriosas do Brasil.
Disputou a Copa do Mundo de 2003 e fez parte do ciclo que conquistou a prata olímpica em Atenas 2004.

Capitã, vice-campeã mundial em 2007 e medalhista olímpica; tornou-se dirigente central no desenvolvimento da modalidade.
Disputou Copas e Olimpíadas, conquistou prata em Pequim 2008 e construiu carreira vitoriosa em clubes.
Disputou duas Copas e duas Olimpíadas, conquistou títulos continentais e construiu longa carreira em clubes brasileiros e internacionais.
Disputou três Copas e três Olimpíadas, consolidando-se como uma das goleiras mais longevas do Brasil.
Titular no vice-campeonato mundial de 2007 e medalhista de prata em Pequim 2008.
Participou de Copas, Olimpíadas e títulos continentais, reconhecida pela técnica e versatilidade.
Disputou Copas e Olimpíadas e foi uma das principais laterais brasileiras de sua geração.
Medalhista olímpica em 2008 e presença em ciclos de Copa e Copa América.
Integrou a Copa de 2011 e convocações do ciclo seguinte.

Quatro Copas, três Olimpíadas e prata em Paris; referência física, técnica e de longevidade.
Duas Copas, duas Olimpíadas e trajetória de grande destaque no futebol dos Estados Unidos.
Participou da Copa do Mundo de 2011 na Alemanha.
Três Copas, Jogos Olímpicos e títulos continentais, com carreira longa no futebol europeu.
Participou das Copas de 2015 e 2019 e dos Jogos do Rio 2016, com longa carreira em clubes.

Capitã em diferentes ciclos, disputou três Copas e conquistou a prata olímpica em Paris 2024.
Integrau a Copa de 2015 e construiu carreira de destaque em clubes do Brasil e do exterior.
Titular na Copa de 2015 e integrante da Seleção nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.
Marcou na Copa de 2015 e participou do ciclo olímpico do Rio 2016.
Três Copas, três Olimpíadas e prata em Paris 2024; referência técnica e de liderança.
Participou das Copas de 2015 e 2019 e dos Jogos Olímpicos do Rio 2016.
Disputou duas Copas e duas Olimpíadas, com destaque pela criação e pela bola parada.
Participou das Copas de 2015 e 2019 e da campanha olímpica do Rio 2016.
Integrante da Copa de 2015 e multicampeã por clubes, referência de liderança e chegada à área.
Artilheira de clubes e integrante da campanha brasileira nos Jogos de Paris.
Campeã continental, disputou a Copa de 2023 e integra o núcleo experiente da renovação.

Destaque na campanha olímpica de Paris, com gols decisivos e presença no ciclo para 2027.
Disputou as Copas de 2019 e 2023 e integrou a campanha da prata em Paris.
Titular na Copa de 2019 e integrante do ciclo olímpico de Tóquio.
Disputou Copa e Olimpíadas, reconhecida pela velocidade e pela carreira internacional.
Disputou a Copa de 2019 e se consolidou em grandes clubes europeus.

Melhor jogadora da NWSL em 2023 e medalhista de prata em Paris 2024.
Participou da Copa de 2019 e do ciclo olímpico, com carreira consolidada no exterior.
Participou da Copa de 2023 e da campanha olímpica de 2024, com carreira em clubes europeus.
Integrante da Copa de 2023 e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Atacante de formação internacional, campeã da Copa América de 2022 e presente nas convocações do ciclo rumo a 2027.
Goleira presente em diferentes convocações da equipe principal e no planejamento para 2027.
Formada nas seleções de base, chegou à equipe principal e integra o ciclo para 2027.
Medalhista de prata em Paris e peça do ciclo de Arthur Elias rumo à Copa no Brasil.
Marcou três gols em sua estreia na Copa de 2023 e tornou-se destaque internacional.
Destaque desde as seleções de base e integrante da renovação da equipe principal.
Medalhista de prata em Paris, marcou gol decisivo nas quartas de final contra a França.

Titular na conquista da prata olímpica em Paris 2024 e principal nome da meta no ciclo rumo a 2027.
Consolidou-se no ciclo recente com técnica na bola parada e presença na campanha olímpica de Paris.
Disputou a Copa de 2023, conquistou a prata em Paris e se firmou na nova geração.
Campeã sul-americana de base, disputou a Copa de 2023 e conquistou a prata olímpica em 2024.
Destaque da nova geração, medalhista de prata em Paris 2024 e presença no ciclo rumo a 2027.
Afirmação recente da defesa brasileira e integrante das convocações de preparação para 2027.
Destaque jovem, medalhista olímpica e um dos nomes projetados para a Copa de 2027.
Passou pelas seleções de base e chegou à principal como uma das jovens promessas do novo ciclo.
Formada nas seleções de base, chegou à equipe principal e integra a renovação para a Copa de 2027.
Integra a renovação da posição e as convocações recentes da Seleção principal.
Zagueira do novo ciclo de Arthur Elias, presente nas convocações e amistosos de 2026.
Artilheira de destaque no futebol brasileiro, chegou à Seleção principal e foi convocada para enfrentar os Estados Unidos em 2026.
Destaque das categorias de base, convocada para a principal na preparação para 2027.
Lateral do novo ciclo da Seleção, convocada para os amistosos contra os Estados Unidos em 2026 e observada para a Copa de 2027.
Atleta formada nas seleções de base e incorporada ao grupo principal no ciclo de 2026.
Chegou à equipe principal no processo de renovação conduzido por Arthur Elias e integrou as convocações de 2026.
Estreou nas listas da Seleção principal em 2025 e alcançou nove partidas pelo Brasil até junho de 2026, afirmando-se como opção ofensiva.
Pesquisa visual e biográfica em atualização contínua, organizada pelo primeiro ciclo conhecido de cada atleta na Seleção. Cada fotografia publicada traz o crédito e um acesso direto à página de origem. Os perfis que ainda não têm imagem permanecem assim até que seja localizado um registro confiável e corretamente identificável — sem atribuições por semelhança. Fontes cruzadas: Almanaque das Guerreiras, registros de Copas, CBF, FIFA, Museu do Futebol, clubes, federações e imprensa esportiva.
Marcas, estrutura e visibilidade • 1988–hoje
A história comercial da Seleção Feminina não é uma lista simples. Durante décadas, os contratos eram da CBF para todas as seleções; em outros momentos, marcas apoiaram o Radar — base da equipe de 1988 — ou patrocinaram campeonatos, não a Seleção.
Esta linha do tempo identifica o tipo de vínculo e evita transformar apoio indireto em patrocínio exclusivo.Registros sobre o Radar citam essas marcas na estrutura do clube que forneceu a espinha dorsal da primeira Seleção oficial. Era apoio ao clube, não contrato exclusivo com a equipe nacional — e a profissionalização das atletas ainda era precária.
Fonte: JogaMiga ↗A Seleção de 1988 vestiu Topper; a marca acompanhou a CBF até o início dos anos 1990. A Umbro assumiu depois e permaneceu até 1996. Eram contratos gerais da entidade.
História das camisas • ge ↗Desde 1997, a Nike fornece os uniformes das seleções brasileiras. Na equipe feminina, as camisas acompanharam Copas, medalhas olímpicas e coleções com identidade própria.
Fonte: CBF ↗A parceria começou em 2001 e foi renovada em 2019 por oito anos. Na Copa de 2019, a campanha “Seleção Feminina é #CoisaNossa” mobilizou O Boticário, Lay’s, GOL e DMCard em ações de apoio.
Renovação ↗Campanha de 2019 ↗Primeira marca a patrocinar exclusivamente as Seleções Femininas. O acordo alcançou equipe principal, base, uniforme de treino e naming rights do Brasileirão Feminino.
Fonte: Meio & Mensagem ↗A CBF contratou dados, métricas avançadas e monitoramento de atletas e adversárias. É parceria de desempenho — não patrocínio publicitário tradicional.
Fonte: CBF ↗Em 2026, a Coca-Cola passou a patrocinar o Brasileirão Feminino A1. O investimento fortalece o ambiente da Seleção, mas é patrocínio de campeonato — não da equipe nacional.
Fonte: CBF ↗Levantamento histórico em atualização. Contratos antigos nem sempre tiveram escopo e duração divulgados.Regra, formação e direito de sonhar
Desde 2019, o licenciamento da Conmebol para os clubes que disputam suas competições masculinas exige uma equipe feminina principal — própria ou associada — e ao menos uma categoria juvenil feminina. A CBF incorporou critérios de licenciamento e ampliou as competições nacionais de base.
A diferença importa: não significa que todo clube brasileiro, por força de uma lei federal, seja obrigado a manter futebol feminino. A exigência alcança os clubes sujeitos ao licenciamento das competições e ajudou a acelerar estruturas que antes dependiam quase só de resistência individual.
Regulamento de licenciamento • Conmebol ↗Meninas precisam de campo, calendário, treinadoras qualificadas e competição desde a iniciação — inclusive em ambientes mistos seguros quando não houver turma feminina.
A base deve proteger estudo, saúde física e mental, convivência, alimentação e direitos. O sonho profissional não pode justificar abuso, abandono escolar ou promessas falsas.
Sub-15, Sub-17 e Sub-20 precisam conversar com o time principal. Sem calendário e transição, talento se perde justamente na adolescência.
O futuro depende de oportunidades fora dos grandes centros, com escolas, municípios, federações e clubes construindo redes regionais permanentes.
Portas de entrada verificáveis
Não existe um ranking oficial de “melhores escolinhas”. Esta seleção reúne projetos e bases reconhecidos, em diferentes regiões, para orientar a pesquisa. Vagas, idades e seletivas mudam: famílias devem confirmar tudo no canal oficial e nunca pagar a intermediários sem verificar o clube.
Projeto público e tradicional formador, com equipes femininas de base e acesso por avaliações divulgadas oficialmente.
Canal oficial ↗Categorias femininas Sub-17 e Sub-20 integradas ao clube; seletivas e captação são divulgadas nos canais oficiais.
Canal oficial ↗Formação feminina em categorias de base, conectada a um dos projetos profissionais mais vitoriosos do país.
Canal oficial ↗Referência histórica em formação, alojamento e passagem consistente de atletas da base ao alto rendimento.
Canal oficial ↗As Sereinhas da Vila mantêm categorias formativas e tradição ligada às Sereias da Vila.
Canal oficial ↗Núcleos e categorias de base dedicados a meninas, com inscrições e avaliações anunciadas pelo projeto.
Canal oficial ↗As Gurias Coloradas e as Mosqueteiras mantêm base feminina e ações periódicas de captação no Sul.
Canal oficial ↗Projeto de formação feminina e equipes de base; oportunidades devem ser confirmadas apenas nos canais oficiais.
Canal oficial ↗A CBF registrou crescimento das competições femininas de base e de clubes participantes entre 2021 e 2026. Veja o panorama oficial ↗
Comando da Seleção Brasileira Feminina
Do estudo do futebol feminino na USP ao comando da equipe que buscará a primeira estrela mundial em casa. Arthur construiu sua carreira dentro da modalidade, combinando formação de atletas, método, intensidade e uma coleção histórica de títulos.
Iniciou um projeto na USP dedicado às características das mulheres no futebol. Depois passou por Nacional e Centro Olímpico, primeiro como supervisor e então como técnico, integrando metodologia e categorias de base.
Foi campeão brasileiro de 2013 com o Centro Olímpico. No Audax/Corinthians conquistou a Copa do Brasil de 2016 e a Libertadores de 2017, consolidando um trabalho que unia captação, desenvolvimento e desempenho.
No Corinthians, comandou o ciclo mais vencedor do futebol feminino brasileiro: cinco Brasileiros, três Libertadores, três Paulistas, duas Supercopas e a Copa Paulista. Em 2021 alcançou a primeira tríplice coroa da modalidade no país.
Assumiu a Seleção após a Copa de 2023. Foi vice da Copa Ouro e conduziu o Brasil à prata olímpica em Paris 2024 — primeiro pódio em 16 anos. Em 2025 conquistou a Copa América, seu primeiro título pela equipe nacional.
Principais conquistas
O desafio da Copa no Brasil
Arthur afirma que o futebol feminino vive uma disputa aberta, com cerca de 12 seleções capazes de conquistar o Mundial. O Brasil terá a força da torcida, mas também a pressão de jogar em casa.
Brasil • 24 de junho a 25 de julho de 2027
O Brasil não receberá apenas o maior torneio do futebol feminino. Receberá a oportunidade de transformar memória, torcida e talento em uma primeira estrela — e de fazer essa conquista pertencer a todas as meninas e mulheres que sustentaram o jogo.


Fora das quatro linhas
O futuro da modalidade também é construído por quem organiza competições, define orçamento, forma equipes, cria políticas públicas e ocupa a área técnica. Este mapa reúne lideranças em atividade, com cargos verificados em agosto de 2026.
No Brasil não existem “federações municipais” oficiais: a CBF atua no âmbito nacional; as federações estaduais organizam o futebol em cada estado; e, nos municípios, a modalidade avança por ligas locais, secretarias de esporte, projetos públicos e clubes.
Governança nacional e Copa 2027
Primeira mulher eleita vice-presidente da CBF e única mulher entre as presidências das 27 federações estaduais. Integra a Comissão de Competições Femininas de Clubes da FIFA no ciclo 2025–2029.
Fonte: CBF ↗Ex-capitã da Seleção, lidera Legado e Relações Institucionais da Copa de 2027 e mantém atuação na gestão das competições femininas da CBF.
Fonte: CBF ↗Atua na integração técnica das seleções femininas, da base à equipe principal, contribuindo para a formação de atletas, comissões e uma identidade de jogo de longo prazo.
Acompanhar na CBF ↗Coordena a articulação federal para a Copa de 2027, reunindo áreas como segurança, vistos, transporte, direitos das mulheres e o legado nacional do torneio.
Fonte: Ministério do Esporte ↗Quem é ela? Administradora, publicitária e executiva baiana com cerca de 30 anos de experiência em marcas, inovação e crescimento. Foi CEO, vice-presidente, conselheira, empreendedora e diretora de crescimento e marketing da Rio Bravo Investimentos antes de integrar o Comitê Organizador da Copa do Mundo Feminina.
Na Copa de 2027, Gal lidera as estratégias comerciais e de relacionamento com o público: parcerias, promoção, branding, mídia, licenciamento, varejo, hospitalidade, bilheteria e inteligência de negócios. Seu trabalho conecta a experiência das torcedoras e torcedores à geração de receitas e ao legado econômico permanente do futebol feminino.
Conheça a trajetória • Fonte ↗Federações e territórios
Comanda o departamento feminino da Federação Paulista, articulando competições, desenvolvimento, comunicação e negócios no estado com maior presença de clubes na elite nacional.
Fonte: FPF ↗Pioneira do Sport e gestora da modalidade no clube, integra o grupo de trabalho da CBF dedicado à formação e ao aperfeiçoamento das categorias de base.
Fonte: Sport ↗A prefeitura mantém aulas gratuitas em Vilas Olímpicas, competições e ações de base. É um exemplo de como o poder municipal pode ampliar acesso, formação e uso dos equipamentos públicos.
Fonte: Prefeitura do Rio ↗A Estratégia Nacional para o Futebol Feminino orienta ações de democratização, formação, permanência de meninas e mulheres e fortalecimento da modalidade em todas as regiões.
Fonte: Governo Federal ↗Clubes e projetos
Está à frente de um dos projetos mais vencedores do continente, com foco em estrutura profissional, sustentabilidade esportiva e expansão do centro de treinamento feminino.
Fonte: R7 ↗Assumiu a reconstrução do departamento em 2026, reorganizando processos, elenco, comissão técnica e a identidade do projeto das Mosqueteiras.
Fonte: Grêmio ↗Liderança de um clube historicamente formador e competitivo, referência nacional na integração entre base, alto rendimento e continuidade institucional.
Fonte: Câmara de Araraquara ↗Integra a gestão das Cabulosas e dá continuidade ao projeto que colocou o Cruzeiro entre os protagonistas nacionais, conectando desempenho, contratações e estrutura.
Fonte: Campo Delas ↗Conduz o departamento feminino do Juventude e o planejamento esportivo de 2026, com atenção à sustentabilidade e ao desenvolvimento regional.
Fonte: Lance! ↗Participa da implantação do novo projeto profissional do Mirassol, criado com equipe principal, base e estrutura própria para a modalidade.
Acompanhar na FPF ↗Coordena um projeto dedicado à formação de atletas e reconhecido como iniciativa exclusiva para o desenvolvimento do futebol feminino.
Fonte: Campo Delas ↗Leila, no Palmeiras, e Mariana, no Coritiba, representam a ainda rara presença de mulheres na presidência de clubes tradicionais do futebol brasileiro.
Cobertura: ge ↗Comando técnico em atividade
Ex-jogadora de quatro Copas e quatro Olimpíadas, leva ao banco experiência internacional e uma trajetória construída na Seleção, em clubes e nas categorias de base.
Fonte: ge ↗Levou as Vingadoras de volta à Série A1 e teve o contrato renovado até o fim de 2026, consolidando um trabalho de acesso, reconstrução e competitividade.
Fonte: Atlético-MG ↗Primeira mulher a comandar a Seleção Brasileira principal e pioneira brasileira na elite espanhola, assumiu o Corinthians durante a temporada de 2026.
Fonte: ge ↗Com três décadas de experiência na modalidade, assumiu as Mosqueteiras em março de 2026 e firmou vínculo até o final de 2027.
Fonte: Grêmio ↗Comanda a equipe principal na temporada de estreia do projeto feminino do Mirassol, estruturado em 2026 com elenco profissional e categorias de base.
Acompanhar na FPF ↗Ex-atleta e treinadora com Licença A da CBF, chegou ao São Paulo em 2023 como auxiliar das categorias Sub-17 e Sub-20. Após títulos do Paulista e da Ladies Cup, assumiu o comando da equipe Sub-20 e conduz a formação tricolor em 2026.
Fonte: São Paulo FC ↗Cargos verificados em agosto de 2026. Como diretorias e comissões técnicas podem mudar durante a temporada, esta seção será atualizada continuamente. O recorte prioriza lideranças diretamente ligadas ao futebol feminino e não pretende esgotar todos os clubes, ligas e projetos do país.
Acervo Indomáveis • Summit Mulheres nas Profissões 2026
4 e 5 de agosto de 2026 • Expo Center Norte
O Summit Mulheres nas Profissões — Elas Fazem Acontecer, realizado pelo Grupo Mulheres do Brasil, reuniu lideranças em oito arenas temáticas. Na Arena Laranja — dedicada a saúde, bem-estar e esporte — o painel sobre a Copa do Mundo Feminina de 2027 colocou no centro do debate as oportunidades que o torneio abre para atletas, gestoras, técnicas, comunicadoras e novas gerações.
Painel • Copa do Mundo Feminina FIFA 2027
Executiva de receitas, marketing e inteligência de negócios do Comitê Organizador de 2027. Defendeu que as mulheres ocupem as oportunidades econômicas abertas pelo Mundial.
Diretora executiva de futebol feminino da Federação Paulista. Relacionou a antiga proibição da modalidade à ausência de referências e à urgência de fortalecer a base.
Secretária extraordinária da Copa de 2027 no Ministério do Esporte. Apresentou o torneio como encontro entre turismo, resistência e construção de legado nacional.
Coordenadora das Seleções Femininas da CBF. Destacou a responsabilidade de transformar a Copa em estrutura permanente para categorias de base, clubes e federações.
Pioneira e recordista da Seleção. Pediu formação para ex-atletas e participação das pioneiras em todos os estados, criando pontes entre as gerações.
A jornalista conduziu uma conversa que reuniu gestão pública, governança esportiva, estratégia comercial e a experiência de quem abriu o caminho dentro de campo.
Acervo Indomáveis
Registros compartilhados pelo projeto durante o Summit Mulheres nas Profissões de 2026.





O mercado já mudou
O futebol feminino deixou de ser uma promessa periférica. Audiência, receitas, patrocínios e experiências ao vivo avançam em escala global — e o Brasil será o centro dessa conversa em 2027.


Para marcas e instituições
O ecossistema Indomáveis conecta conteúdo, livro, eventos, ações sociais, experiências e o Jogo das Lendas. Uma plataforma para marcas que querem participar do crescimento com verdade, propósito e presença antes de 2027.
24 de junho — 25 de julho de 2027
A 10ª edição da Copa do Mundo Feminina será a primeira na América do Sul: 32 seleções, 64 partidas e oito cidades-sede. Um marco esportivo — e uma janela histórica de transformação.
Site oficial da FIFA ↗Pesquisa, memória e documentação
O portal reúne pesquisas construídas ao longo de anos. São obras que organizam números, jogos, personagens e testemunhos para impedir que a memória do futebol feminino brasileiro volte a ser apagada.
Obra de referência • Antonio Carlos Napoleão
A obra reconstrói a trajetória da Seleção Brasileira desde a primeira convocação oficial, em 1988. Reúne partidas, escalações, gols, resultados, estatísticas e depoimentos de atletas. Mais que um livro de números, é um documento sobre coragem, resistência e a contribuição de gerações de mulheres para o futebol brasileiro.
Pesquisa documental
Um levantamento detalhado das participações da Seleção Brasileira, incluindo o torneio experimental de 1988 e as Copas oficiais de 1991 a 2023. O documento registra datas, estádios, públicos, escalações, gols e campanhas, acompanhando a evolução esportiva do Brasil até 2027.
Da China de 1988 ao Brasil de 2027.Projeto editorial e cultural
Este livro está em construção. O projeto reúne pesquisa documental, relatos, imagens e trajetórias das mulheres que formaram a Seleção Brasileira e sustentaram a modalidade em diferentes regiões do país. A obra amplia o registro histórico para discutir mercado, profissionalização, invisibilidade, governança, impacto social e o legado que o Brasil deve construir antes, durante e depois da Copa de 2027.
Idealização de Andréa Bombom Maggiora. Uma memória coletiva, aberta a novas vozes, documentos e protagonistas.Memória, gênero e história oral • Silvana Vilodre Goellner e Juliana Ribeiro Cabral
Publicado em 2022 pela Editora Ludopédio, o livro As pioneiras do futebol pedem passagem: conhecer para reconhecer recupera histórias de mulheres que enfrentaram proibições, preconceitos e apagamentos para construir o futebol brasileiro. A obra transforma depoimentos e pesquisa histórica em reconhecimento público, aproximando a memória acadêmica das experiências vividas pelas protagonistas.
Silvana Goellner é pesquisadora da história das mulheres no esporte, professora titular aposentada da UFRGS e ex-coordenadora do Centro de Memória do Esporte. Também assina, com Juliana Cabral, Futebol e mulheres: 7 histórias pioneiras, obra escrita com e sobre mulheres para dar visibilidade a trajetórias fundamentais da modalidade.
Veja, ouça, compartilhe
Livros, documentos, reportagens, imagens e vídeos ajudam a reconstruir uma história que nunca deveria ter sido invisível.
Imagens históricas com narrações de Luciano do Valle e Datena e comentários de Romeu de Castro.
A final do Pan de 2007 diante de um Maracanã lotado: Marta, Cristiane e uma noite inesquecível.
Marta transforma a semifinal contra os Estados Unidos em uma das imagens eternas da modalidade.
Um registro sobre o comunicador que deu espaço à modalidade quando ela ainda lutava por visibilidade na televisão.
Informação, parceria e escuta
Novidades do futebol feminino, marcas que apoiam a memória e um espaço para a torcida compartilhar histórias.
01 • Notícias e destaques
Marca, taça, cidades-sede e o desafio de transformar o Mundial em legado.
Explorar no site →Seleção BrasileiraTrajetória, títulos e as prioridades da comissão técnica até a Copa.
Explorar no site →MemóriaPerfis, clubes e conquistas das jogadoras que vestiram o Brasil desde 1988.
Explorar no site →MercadoNúmeros, marcas e oportunidades no futebol feminino.
Explorar no site →02 • Parceiros
Espaços preparados para apoiadores de conteúdo, projetos, eventos e iniciativas que fortalecem o futebol feminino.
03 • Conversas
Este mural inicial guarda as mensagens somente neste aparelho. Para falar diretamente com o projeto, visite o Instagram das Pioneiras.
Conversar pelo Instagram ↗2027 será um grande palco.
Mas a história começou muito antes.